quarta-feira, março 30, 2011

Filmes em revista sumária # 259


Não obstante a excelência dos actores (e que gozo foi poder rever o extraordinário Terence Stamp!) e dos recursos técnicos sem dúvida disponíveis, «The Adjustment Bureau» peca não só por uma constância de déjà vu ao longo do filme, como por um crescendo desinteresse à medida que as situações se tornam repetitivas, mau grado a excelência habitual da mensagem central dos enredos desenvolvidos a partir do génio de Phillip Dick. Aliás, nesse capítulo nada é fruto do acaso … mesmo que o destino traçado para este filme seja o de um compreensível secundo plano, por excesso de auto-repetição. O enredo é bom mas é curto, e o filme, mesmo com a ajuda de um chapéu de um dos agentes, não pode viver eternamente do abrir e fechar portas entre dimensões, sejam elas quais forem, ou do jeito B.D. em que é farto. E tão bom que seria se todos nós tivéssemos uns agentes de “ajustamento”, algures.

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