segunda-feira, abril 18, 2016

Filmes em revista sumária #538


Se, por um lado, é bom de ver que o sexagenário Kevin Costner se mantém em forma, pelo menos no que toca a socar à bruta quem merece, ou a levar jovens viúvas a perder-se de amores por ele; por outro, infelizmente, chega a ser patético o chorrilho de filmes disparatados e sem qualquer interesse em que a outrora jovem estrela de «Silverado» tem vindo a entrar “ultimamente”.

Vem isto a propósito do indescritível «Criminal», uma fitosa realizada pelo israelita Ariel Vromen (responsável pelo interessantíssimo «The Iceman», com o impagável Michael Shannon) e produzida pela Millennium, do também israelita Avi Lerner – na calha a versão II da produtora Cannon, dos primos Golan & Globus, de má memória e piores filmes?

Uma fita que nunca mais acaba e que quando acaba parece que nunca existiu. Kevin Costner nunca esteve tão primário quanto em «Criminal», e teria valido muito mais ao filme que a personagem de Ryan Reynolds se tivesse mantido mais tempo em tela do que esteve. O vilão é de fazer rir o fã mais fervoroso das historietas de vilões que ameaçam o mundo com explosões nucleares, e só se entende que Gary Oldman e Tommy Lee Jones estivessem precisados de dólares quando aceitaram entrar nesta paródia de trazer-por-casa a Jason Bourne, em que as memórias de um agente da CIA são transferidas para um lóbulo adormecido do cérebro patibular de certo criminoso. A evitar sem pipocas.

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